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Mostrando postagens de dezembro, 2012

Entre o "novo" e o "velho" ano

Interessante observar as peças que o homem prega em si mesmo. As ilusões que a sociedade cria pra que tudo parecesse diferente, novo e não repetitivo e não "de novo". Mais que isso, o homem cria novas eras, novos tempos, pra se sentir novo. Dias, semanas, meses e anos. É evidente que necessitamos dessas divisões para nos organizarmos, termos noção do tempo, da história e etc. Que confusão seria se os dias fossem números corridos, se não fossem separados em horas e tivéssemos que nos orientar de acordo com a posição do sol e de acordo com as estações do ano. O tempo seria o tempo, e basta. Sempre o mesmo, sempre igual. No máximo, seria dia, seria noite, seria tempo de sol, tempo de inverno, tempo de primavera e outono. No mais, sempre tempo, sempre igual.  O tempo é sempre o mesmo, as horas escorrem do mesmo jeito, o relógio gira da mesma forma, as estações se repetem ano a ano. Enfim, a terra continua girando. No entanto, existem valores inconscientes nisso tudo. O hom...